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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

SEND NUDES

Obrigado Marta pela ideia de meter o emoji na imagem!
O envio de nudes, ou seja, fotos íntimas para parceiros ou engates, tem ganho muitos adeptos nos últimos tempos. Tornou-se algo de tal forma comum entre jovens e adultos que, por vezes, esquecem-se dos riscos que podem estar a correr. A questão é, vale a pena?

Há uns tempos li um artigo bastante interessante de um estudo do Departamento de Psicologia da Universidade Drexel, na Filadélfia (EUA), onde referiam que o sexting  para os leigos, é o envio de sms/imagens sensuais, sexo virtual, entre outras práticas , está directamente ligado à satisfação sexual. Segundo a pesquisa, 87,7% dos adultos inquiridos mandam nudes.

Verdade seja dita, quando eram mais novos (ou não), nunca passaram pela fase em que achavam piada tirar fotos mais provocantes a armarem-se em bons para ver se recebiam atenção? É triste, mas o fenómeno é bem real. Os rapazes com os troncos nus escanzelados que ninguém pediu para ver e as meninas com os trajes diminutos e rabiosque empinado. De certeza absoluta que conhecem alguém que, a dada altura da sua vida, se tenha inserido nestes exemplos.

Este tópico de enviar nudes é muito dispare no que toca às opiniões. Se uns acham uma falta de decência, outros conseguem ser inconvenientes e enviar imagens relâmpago que vos fazem deixar o telemóvel cair ao chão por não estarem a contar com aquilo que apareceu no vosso ecrã.

Namoro há sete anos com a mesma pessoa e confesso que já enviei fotografias mais ousadas. Esta frase fez-me gargalhar portanto vou precisar de um momento. Além de ser uma óptima forma de apimentar a relação, especialmente se não estão juntos com regularidade, é algo que considero bastante saudável se feito com alguém de confiança.

Existem alguns cuidados que devem ser tomados para evitar que algo inofensivo se torne num pesadelo e exponha a vossa intimidade ao público geral. A regra número se quiserem enviar nudes é nunca, sob hipótese alguma, mostrarem a cara. Os casos de revenge porn, isto é, quando ex-namorados divulgam fotografias íntimas dos ex-parceiros, dispararam a pique e por isso mesmo, por muito que confiem no destinatário, todo o cuidado é pouco. É importante evitar que a fotografia contenha qualquer elemento que possa ser facilmente identificável. Além da cara, também devem ter em atenção tatuagens (como estão a pensar com a cabeça errada, os homens esquecem-se sempre disto) e marcas de nascença.

O mais indicado seria eliminarem tudo quando a brincadeira terminasse. Se por acaso as quiserem guardar, é de extrema importância que não deixem nada na maldita cloud que tantas celebridades expôs, e guardem tudo a sete-chaves com passwords até aos dentes. Até no que toca a certas apps como o Whatsapp que estão encriptadas, há sempre forma da informação vazar. O mesmo se aplica ao Snapchat, por exemplo, que apesar de só mostrar a imagem durante alguns segundos e depois a apagar, correm o risco de fazerem print screen.

Respondendo à questão inicial, vale a pena enviar nudes? Depende de vocês e das pessoas com quem o fazem. Se forem estranhos o grau de excitação pode ser maior mas em compensação também é o risco. É preferível ser com alguém que conhecem do que serem surpreendidos. Aliás, se for algo mútuo, têm sempre forma de contra-atacar se for necessário. Just saying.


Sejam sinceros, já enviaram/receberam nudes? Gostam ou reprovam este comportamento?

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Sound the Alarm ⤫ Album Reviews #32


MUST LISTEN:
⤫ PRAYING
⤫ BOOTS
⤫ LET 'EM TALK
⤫ LEARN TO LET GO
⤫ BASTARDS
⤫ RAINBOW

1. Kesha  Rainbow

Raras são as vezes que um projecto musical consegue a proeza de nos arrancar o coração e trazer-nos de volta à vida. Rainbow foi um desses casos.

Cinco anos desde o lançamento do último álbum de inéditas, Warrior, a Kesha renasceu e abençoou-nos a todos com o melhor trabalho da sua carreira. A cantora convidou-nos a entrar no seu íntimo e a assistir de camarote a uma preview de todos os momentos bons e maus que passou na vida. "Bastards" é a escolha perfeita para abrir o disco e forma as bases do que se segue, um conjunto de faixas banhadas a ouro.

Inevitavelmente, são várias as referências à batalha judicial travada com o produtor Dr. Luke, e a respectiva editora, mas o discurso nunca é de vítima. Pelo contrário, ela aceita o passado e segue em frente, chegando até a sentir empatia por quem lhe fez mal. Neste contexto, nasceram autênticas pérolas como "Praying" - mantém-se intacto como o melhor single do ano -, a faixa-título e a de fecho, "Spaceships". Mas nem tudo é melancólico. Sem perder o sentido de humor que nos fez apaixonar por ela, é impossível não sorrir ao som de "Woman" e "Let 'Em Talk" ou derreter com a ternurenta "Godzilla".

Tal como alguns colegas o fizeram mas nem sempre de forma tão eficaz, Kesha apostou em combinações sonoras surpreendentes. Num registo mais indie/rock/country/pop, as colaborações com os Eagles of Death Metal e Dolly Parton são a cereja no topo do bolo multicolor que é este Rainbow. A Glitter Queen continua lá (ouçam a "Boots", uma das minhas favoritas e que me lembra imenso a "Americano" da Gaga), mas transcendeu para algo digno de adoração. Não é por acaso que os seus vocais estão mais fortes do que nunca. Sem dúvida um dos meus álbuns favoritos deste ano.


MUST LISTEN:
WHO DAT BOY
BOREDOM
WHERE THIS FLOWER BLOOMS

2. Tyler, The Creator  Flower Boy

Até custa a acreditar que o responsável pelo som claustrofóbico de Goblin (2011) alguma vez iria produzir algo tão acessível como Flower Boy.

À semelhança dos projectos anteriores, Tyler, The Creator, volta a apostar num rap biográfico, falando do seu estado de espírito. A Solidão e necessidade de companhia são abordadas ao longo do álbum com uma sinceridade e maturidade inesperadas pelo artista. A entrega caótica das mensagens deram lugar a uma calma de intensidade que permite que a transição entre canções seja natural e quase majestosa.

Claramente influenciado pelo trabalho do amigo Frank Ocean em Blonde / Endless (2016), o rapper transporta para este projecto um catálogo de ritmos e batidas efervescentes, por vezes poético. A evolução na mentalidade do artista é clara. Houve um crescimento, entendimento e aceitação dos erros do passado. O resultado é uma linha de pensamento coesa do início ao fim do álbum, com a mesma vivacidade e vigor que demonstra desde o início da carreira.


MUST LISTEN:
COMFORTABLE
(NOT) THE ONE

3. Bebe Rexha  All Your Fault Pt. 2

Porque lançar um álbum convencional já não está com nada, a Bebe Rexha decidiu inovar e dividir o disco de estreia em duas partes. Em Fevereiro conhecemos a primeira, intitulada All Your Fault Pt. 1, e se bem se recordam, deixou-me um sabor amargo na boca. Houve uma pequena evolução nesta Pt. 2 mas não o suficiente para fazer deste um projecto vencedor.

Se juntarmos os dois EP's num álbum completo, falta um ingrediente chave, identidade. Sem uma direcção clara, a Bebe parece navegar sem rumo pelo mundo do POP e R&B mainstream, numa tentativa gritante de conseguir um hit. A julgar pelo primeiro single desta segunda colectânea, a medíocre "The Way I Are", com o agoniante Lil' Wayne, estamos mal parados. Quando vejo uma lista de seis canções nas quais quatro são parcerias, algo de errado se passa.

All Your Fault Pt. 2 não vai mudar o cenário musical ou tão pouco influenciar a vossa vida, mas pelo menos ofereceu-nos a surpreendente jam "(Not) The One".


MUST LISTEN:
ISSUES
WORST IN ME
PINK
DON'T WANNA THINK

4. Julia Michaels  Nervous System

Todos os dias agradeço aos céus a decisão da Julia Michaels trocar os bastidores pelos holofotes. Compositora de mão cheia e responsável por vários hits de artistas como Selena Gomez, Britney Spears e Ed Sheeran, a jovem de 23 anos é uma lufada de ar fresco.

Nervous System é o primeiro EP da sua promissora carreira e se o single de estreia, "Issues", não foi indicativo suficiente, permitam-me que esclareça: salvou a música POP. O conteúdo lírico é honesto e serve como uma espécie de diário. As letras são bem elaboradas mas sem nunca perder o carácter "simples" que caracteriza a Julia. É nessa simplicidade que ela brilha e de que maneira. As baladas "Worst In Me" e "Don't Wanna Talk" são sublimes e a sua voz rivaliza com a de um anjo. 

Com temas que abordam relações amorosas e até sexuais, Nervous System é um dos grandes candidatos à minha lista de "Melhores EP's de 2017". A experimentação musical aqui presente é estranha e não podia estar mais satisfeito. Os instrumentais "despidos" de instrumentos e apoiados em sons produzidos por ela própria, são simplesmente geniais. A sério, estão à espera do quê para ouvir este trabalho?


(+) ALBUM REVIEWS (HERE)

Já ouviram algum dos quatro álbuns? Qual é o vosso favorito?

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

5 Regras básicas de etiqueta no ginásio


Se praticam exercício físico numa área comum, as chances de se terem irritado com algo que outra pessoa fez são mais que muitas. Quer sejam vocês os culpados ou vítimas, o facto é que existem certas regras básicas de etiqueta a seguir no ginásio. Lá por estarmos a dar no duro para conseguir trabalhar alcançar objectivos pessoais, não significa que não possamos facilitar a convivência com os outros durante o processo.


1. Usa desodorizante

Se pensavam que esta era óbvia, estão enganados. Por algum motivo que me ultrapassa, a maioria dos homens só parece preocupar-se em colocar desodorizante depois do banho. O problema é que até lá chegarmos, tivemos que passar por todo um processo tortuoso que envolve um cheiro a suvaqueira digno de um trolha num dia de Verão. Todas as pessoas transpiram, ainda para mais neste contexto, mas há que ter o mínimo de noção. Não se justifica a nuvem aromática de cebola estragada e suor que algumas pessoas arrastam atrás de si. 

2. Limpa o equipamento que usaste

Novamente, algo evidente que escapa à maioria. Por norma, todos os utilizadores de ginásio devem andar sempre com uma toalha atrás. A sua função não é apenas de limpar as gotas de suor que escorrem pela cara, também se aplica ao equipamento que usaram. Não há nada pior que chegarmos a uma máquina e encontrarmos material genético de outra pessoa. Ew. Leva-me a jantar primeiro. No meu ginásio existem funcionários de limpeza que estão constantemente a tratar disso mas, ainda assim, quando vemos que o equipamento que tanto queríamos vagou, não há tempo para esperar por eles, e é o mínimo deixarem tudo composto e não obrigarem os outros a ver a forma das vossas nádegas estampada no assento.

3. Não ridicules ninguém

O que não falta na internet são memes de gym fails e, apesar de ser divertido quando alguém não percebe como uma máquina funciona, eles estão a tentar e não deviam ser ridicularizados por isso. Ninguém nasce ensinado e é normal não acertarem em tudo à primeira. Falo por experiência, sou novo nestas andanças e são mais as coisas que desconheço do que o contrário. Fazer pouco de alguém recém-chegado (ou não) a este mundo, tal como em tempo vocês foram, é simplesmente triste. Em vez disso, sorriam e ajudem a pessoa, não custa nada.

4. Não olhes fixamente para as pessoas

Esta serve tanto para rapazes como para raparigas. Não olhem fixamente! As pessoas estão a trabalhar os corpos e se vos apanham a olhar, vão sentir-se constrangidas e imaginar um de dois cenários: que vocês são creepy e estão à espera de chegarem ao balneário para lhes saltarem em cima ou que estão a fazer pouco deles. Mesmo que uma rapariga esteja com um soutien de desporto ou um rapaz com os boxers à mostra enquanto faz abdominais, não é um convite para olharem. Respeitem o espaço pessoal de cada um.

5. Se não estás a usar, sai

Não há nada mais frustrante que queremos usar uma máquina e estar um marmanjo com o traseiro sentado às sms como se fosse um adolescente com o cio. Se querem exercitar os dedos, existem outros locais mais indicados para o fazerem em vez de estarem a atrasar os treinos de toda a gente. Uma coisa é fazer uma pausa de 1 minuto entre sets outra é os meus netos já terem nascido e os indivíduos continuarem ali, presos ao maldito equipamento sem sequer lhe darem uso.


Frequentam algum ginásio? Partilham de algum destes mandamentos?

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Um casting desastroso


Ao longo dos anos tive a minha cota de situações caricatas ou simplesmente ridículas. Talvez aquela que considero pior, e me traumatizou para o resto da vida, foi o meu primeiro e último casting para televisão. 

Para quem é novo leitor ou pouco atento, desde pequeno tenho um fascínio inexplicável com a área do entretenimento. Fazer o quê se as luzes da ribalta chamam por mim? Fora de brincadeiras, pessoa mais realista não existe e por isso mesmo, com o passar do tempo, comecei a mentalizar-me que há coisas que só têm lugar na nossa cabeça. Não é um discurso derrotista mas de alguém que sofre de timidez aguda.

Durante o longo período de estagnação que vivi após terminar o curso, soube de um casting para apresentador de TV e pensei, "Ricardo, o que é que tens a perder?". Horas de sono e sanidade mental, é essa a resposta que na altura ignorei com todas as minhas forças. Modéstia à parte, sou um tipo engraçado e falador pelos cotovelos (quando estou num ambiente favorável a tal), e o mundo daquela pequena caixa colorida que transmite programas foi precisamente o motivo pelo qual fui para Ciências da Comunicação e da Cultura - Jornalismo. Os meus amigos mais próximos que o confirmem, desde miúdo que digo "um dia vou destronar o Goucha e a Cristina". Que popularucho, tristeza.

Cheguei ao local e fiquei na dúvida se estava na fila para o Ídolos. Às 7 horas da manhã a corrente de pessoas já dobrava a esquina e percebi que tinha cometido um erro. Para não me mandarem à cara que "não luto pelos meus sonhos" e que "nunca faço nada por isso", meti as minhas intuições a um canto e finquei o pé. Passaram-se 10h, sim, leram bem, 10 HORAS, em pé, desconfortável e sem fazer xixi sequer, quando finalmente entro no edifício e sou confrontado com a realidade. Aquilo não passava de uma jogada de marketing para promover o canal à pala de uns idiotas (eu) que foram literalmente levados como vacas para um matadouro.

Nem a uma sala individual e intimista tive direito. Um auditório dividido em dois recebia castings em simultâneo. De um lado estavam duas figuras conhecidas do público e do outro um professor da área. Quem é que me calhou? O segundo, claro. O que se seguiu foi um verdadeiro atentado à minha pessoa. Uma coisa é correr mal, outra foi aquilo que me aconteceu.

Sempre ouvi falar de brancas sem nunca ter compreendido como isso era possível. A partir daquele dia fiquei crente. De todos os momentos em que me podia ter acontecido, foi precisamente ali, num dos possivelmente mais importantes da minha pobre carreira profissional. Não só tive que pensar no meu nome antes de o dizer, como até a idade errei. 

O senhor lança o desafio de improvisar (algo que sou óptimo a fazer) e foi digno de um segmento dos Gato Fedorento. Com a cabeça completamente vazia, fiquei numa espécie de transe a olhar para a câmara. O silêncio foi de tal forma prolongado que o senhor até me tentou ajudar mas sem qualquer sucesso. Inventei que estava a falar com a Júlia Francisco, uma combinação da Júlia Pinheiro com o meu apelido. O tema? Então, vivo no distrito de Sesimbra... vamos falar de pesca. O quê, outro tópico? Então e se for os coros de Igreja? SIM, EU FIZ ISTO. Se a vergonha matasse eu tinha caído ali na hora. Escusado será dizer que aquilo foi o deboche e saí de lá com uma vontade de chorar e me enfiar num buraco. À saída da sala, uma funcionária perguntou se estava bem porque me viu branco como um fantasma (com a minha tonalidade é obra) e a tremer por todos os lados. Damn you stage fright! 

Passado este tempo todo, as imagens daquele dia ainda me perseguem e deixam-me genuinamente transtornado. Nunca pensei que fosse ficar naquele estado. Passei a simpatizar muito mais com alguns cromos das competições televisivas. A minha namorada ri-se às gargalhadas sempre que descrevo tudo ao pormenor mas aquilo traumatizou-me a sério! Agora é rezar para que se um dia ficar conhecido, ninguém vá desenterrar aquele tesourinho deprimente.


Já fizeram algum casting? Como correu?

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A Blogosfera estagnou?


Os últimos meses têm sido complicados no que toca a conseguir conciliar trabalho, desgaste e a minha presença online. Enquanto seres humanos e criativos, todos os anos passamos por períodos de crise imaginativa que, consequentemente, nos impedem de escrever o que quer que seja. Juntem a isso uma dose astronómica de preguicite aguda e está o caldo entornado. No passado, referi várias vezes que sofro bastante deste problema e a tendência tem sido piorar. Até ao momento, esta é a maior crise de procrastinação que alguma vez atravessei.

Não querendo apontar dedos a um problema que é meramente interno, existem factores exteriores que também não ajudam à festa. Um deles é a direcção que a blogosfera em geral está a tomar. Pode ser impressão minha mas... o factor novidade perdeu-se. Dou por mim a ler uma constante reciclagem de coisas já escritas, criadas, feitas. Não tenho sentido aquela curiosidade em abrir este e aquele post porque já sei perfeitamente o que vou encontrar, mais do mesmo. São rubricas-clone que nascem mas com um título e número diferente de "coisas" em observação, são os mesmos locais gastronómicos a visitar, as mesmas exposições, os mesmos filmes, os mesmos produtos de cosmética. Bah!

Sei que pode ser uma observação injusta, mas permitam-me que constante um facto que também se aplica a mim. Ao fim ao cabo, sou parte activa nesta problemática e tenho plena consciência disso. Por outro lado, é precisamente por isso que sempre tentei intercalar as ditas publicações em "cadeia" com outras mais aleatórias, por vezes com a sua pitada de wtf. É preciso inovar, sair da zona de conforto e explorar outros caminhos, temas, experiências. Sim, isto é tudo muito bonito mas na prática nem sempre é possível, especialmente se tiverem uma página direccionada a um só público-alvo. Contudo, é algo que estou a tentar com todas as forças aplicar de modo a não vos maçar com tretas.

Cada vez mais o tempo é precioso e ninguém merece desperdiçá-lo a ler um jornal com notícias do mês passado.

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